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MMA Star Cronics # 6 - UFC Fight Night 25 review

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MMA Star Cronics # 6 - UFC Fight Night 25 review

Mensagem por Rubius em Qua Set 21, 2011 6:08 pm


UFC Fight Night: Shields vs. Ellenberger (mais conhecido por UFC Fight Night 25) foi o ultimo evento produzido pela UFC, que se desenrolou no passado Sábado 17 de Setembro no Ernest N. Morial Convention Center em New Orleans, Louisiana. Mais um evento em canal aberto, sendo que este tinha a particularidade de estar quase em confronto directo com um combate de boxe Maywether vs Ortiz e pode-se dizer que a UFC até nem apostou forte neste card, por aquilo que temos visto nos últimos cards, quer em PPV ou em canal aberto. A minha conclusão neste caso é que a UFC está claramente apostada em criar mais star power em alguns dos seus lutadores mais secundários e deu um grande passo nesse sentido com este evento. A UFC continua a mostrar porque é a companhia rei em desportos de combate e para quem viu o fisco que foi o combate de boxe referido percebe o que quero dizer.
Antes de passar aos destaques do evento deixo aqui os resultados:
Main card:
Jake Ellenberger venceu Jake Shields por TKO (Strikes)
Alan Belcher venceu Jason MacDonald por TKO (Strikes)
Court McGee venceu Dongi Yang por Decisão Unânime
Erik Koch venceu Johnathan Brookins por Decisão Unânime
Preliminary card:
Vagner Rocha venceu Cody McKenzie por Submissão (rear naked choke)
Evan Dunham venceu Shamar Bailey por Decisão Unânime
Ken Stone venceu Donny Walker por Submissão (rear naked choke)
Seth Baczynski venceu Clay Harvison por Submissão (rear naked choke)
T.J. Waldburger venceu Mike Stumpf por Submissão (triangle choke)
Robert Peralta venceu Mike Lullo por Decisão Unânime
Justin Edwards venceu Jorge Lopez por Decisão Unânime
Lance Benoist venceu Matt Riddle por Decisão Unânime
Eis as 5 grandes conclusões do UFC Fight Night 25:
1 – Eis um novo contender na divisão Welterweight sem que ninguém contasse
TKO em 53 segundos sobre um lutador que não tenha sido finalizado na última década é suficiente para um title shot? Parece que sim, pelo menos com esta vitória Jake Ellenberger está a uma luta de lutar pelo título de welterweight, que pertence a Georges St. Pierre.
O grande destaque da noite vai direitinho para a estrela em ascensão o “Juggernaut” Jake Ellenberger, que conseguiu um a vitória categórica frente a Jake Shields. O “Juggernaut” só precisou de 50 segundos para acabar com as esperanças de Shields voltar a lutar pelo título de meio-médio, ele que foi o último adversário de GSP no UFC 129. Ellenberger controlou o combate logo de início, e notou-se que Shields não estaria totalmente focado – devido à morte do pai há 3 semanas. Por aqui digo que a aposta num card menos recheado de estrelas já valeu a pena. É óbvio que Ellemberger não terá um title shot só por esta vitória, pois vem lançado com uma boa série de vitórias, mas esta sem dúvida terá sido a maior da sua carreira.
2 – Seja benvindo de volta Sr. Alan Belcher
Outra nota de destaque para o regresso vitorioso de Alan Belcher. O lutador teve afastado mais de um ano, devido a uma lesão no olho direito que quase acabou com a sua carreira. Admito que fiquei um pouco surpreendido não pela vitória, até porque o seu adversário não era ninguém da “primeira apanha” mas porque Belcher se apresentou em grande forma, não dando notas do seu afastamento do octagon por 14 meses. No entanto, e apesar de estar afastado de lutar há muitos meses, Belcher provou que continua a ser um lutador em ter em conta, depois de vencer sem apelo nem agravo Jason McDonald. Não concordo com ele quando fala já em pressionar uma luta por título, mas ganha a divisão middleweight com o seu regresso. Um combate contra Okami seria engraçado.
3 - Erik Koch mais um jovem lançado ao estrelato
Erik Koch vai agora em 4 vitórias consecutivas (se juntarmos as vitórias da WEC). Confesso que gosto deste míudo, com um bom stand-up, capaz de um nocaute a qualquer momento em especial com os seus head-kicks, provou neste combate que sabe aguentar um bom wrestler ou um bom judoca, com boa defesa de takedown. É certo que ganhou por decisão sem grande brilhantismo, mas está a ficar um lutador consistente e é jovem como referi. Numa divisão dominada por Jose Aldo, começam a escacear os nomes para a lista do brasileiro, e eis que Koch começa a ganhar terreno sobre a concorrência.
4 – No sentido oposto Jonathan Brookins não está pronto para um primetime
Foi o grande vencedor do TUF 12, e até gosto dele como lutador, é muito disciplinado, e até concordei com a sua descida para 145lbs. Antes de ingressar na UFC já tinha uma luta contra Jose Aldo no seu cartel (derrota) e tinha aqui um teste duro pela frente neste combate contra Eric Koch. A sua táctica para a luta era clara, levá-la para o chão, mas quando não o conseguiu e viu-se que não ia conseguir facilmente, teria que mudar de estratégia, mas não o fez. Não que tenha feita má figura, mas com a diferença de tamanho evidente entre os dois a seu favor pedia mais a Brookins. Talvez um par de lutas com menos pressão e poderá evoluir a bem da divisão featherweight, mas por agora terá muito que trabalhar para encontrar o sucesso no nível seguinte.
5 -Court McGee continua devagar, devagarinho
Outro vencedor de um TUF em acção na noite era Court McGee, que também ele após uma longa ausência fazia aqui o 3 combate na UFC desde a vitória no TUF 11. E começa a ser difícil saber o que fazer com McGee, que está calmamente acumulando vitórias, mas não vai sendo capaz de arrancar uma exibição de encher o olho. À primeira vista até nem parece um grande lutador, capaz de fazer grandes coisas (e ainda não o vi é certo), mas é eficaz e não vira a cara à luta seja que tipo de adversário for. Começou um pouco lento, mas mostrou vontade e arranca impressionantes retas finais. Talvez a melhor coisa seja ao contrário de Brookins por exemplo a UFC aumentar gradualmente o nível de competição.
Espero que tenham gostado da análise e gostava de saber a vossa opinião sobre este evento, bem como de umas rápidas apostas sobre o grande UFC 135 Jones vs Jackson que é já este Sábado.
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Rubius
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